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Petya Ransomware–algumas informações

27 de junho de 2017 Deixe um comentário

Saudações,

Hoje vamos dar um parênteses na série sobre DNS Policies do Windows Server 2016 para falar da onda de ataques massivos iniciada hoje (27/06/2017) na Ucrânia e que se estendeu por outros países da Europa.

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Trata-se do Petya Ransomware (ou Petwrap), uma variante do WannaCry que também explora vulnerabilidades na porta 445 – protocolo SMB v1.

Um dos casos mais interessantes foi um supermercado na Ucrânia totalmente parado devido ao ocorrido, conforme imagem abaixo:

russia

Algumas informações:

O ocorrido foi noticiado pelo Telegraph e pela BBC nos links abaixo:.

http://www.telegraph.co.uk/news/2017/06/27/ukraine-hit-massive-cyber-attack1/

http://www.bbc.co.uk/news/technology-40416611

Uma das recomendações é se assegurar que o patch MS17-010 está instalado em seu ambiente. Se ainda não o fez e teve a sorte de não ser atacado pelo WannaCry, então não dê sopa ao azar e atualize.

Entre com alugmas ações pro-ativas:

 

1. Além do patch MS17.010, desabilite o protocolo SMBv1 em seu ambiente.

2. Se constatou a falta do patch em algum equipamento, remova-o da sua rede até que o mesmo esteja atualizado

Mais informações:

A brecha do protocolo SMB não é o único meio pelo qual o ataque pode ser executado. A famosa engenharia social tb pode trazer problemas. Portanto conscientize seus usuários da importância de evitar abrir emails com aenxos os quais não saiba a procedência. Abaixo o email associado ao virus:

wowsmith123456@posteo.net

O endereço do BitCoin informado para pagamento do “resgate”:

1Mz7153HMuxXTuR2R1t78mGSdzaAtNbBWX

Cuidado com os IP´s abaixo:

 

84.200.16.242 – porta 80

111.90.139.247 – porta 80

Portas usadas:

TCP 1024-0035, 135, 445.

 

A execução dos arquivos abaixo inicializa a ação do malware:

File Name            Order-20062017.doc       (RTF із CVE-2017-0199)

MD5 Hash Identifier       415FE69BF32634CA98FA07633F4118E1

SHA-1 Hash Identifier     101CC1CB56C407D5B9149F2C3B8523350D23BA84

SHA-256 Hash Identifier                FE2E5D0543B4C8769E401EC216D78A5A3547DFD426FD47E097DF04A5F7D6D206

File Size                6215 bytes

File Type              Rich Text Format data

 

File Name            myguy.xls

MD5 Hash Identifier       0487382A4DAF8EB9660F1C67E30F8B25

SHA-1 Hash Identifier     736752744122A0B5EE4B95DDAD634DD225DC0F73

SHA-256 Hash Identifier                EE29B9C01318A1E23836B949942DB14D4811246FDAE2F41DF9F0DCD922C63BC6

File Size                13893 bytes

File Type              Zip archive data

 

File Name            BCA9D6.exe

MD5 Hash Identifier       A1D5895F85751DFE67D19CCCB51B051A

SHA-1 Hash Identifier     9288FB8E96D419586FC8C595DD95353D48E8A060

SHA-256 Hash Identifier   17DACEDB6F0379A65160D73C0AE3AA1F03465AE75CB6AE754C7DCB3017AF1FBD

File Size                275968 bytes

 

Sugiro que você crie uma política no seu servidor de antivirus bloqueando a execução dos arquivos citados acima.

Maiores informações nos links abaixo:

https://virustotal.com/fr/file/027cc450ef5f8c5f653329641ec1fed91f694e0d229928963b30f6b0d7d3a745/analysis/

https://www.hybrid-analysis.com/sample/027cc450ef5f8c5f653329641ec1fed91f694e0d229928963b30f6b0d7d3a745?environmentId=100

No link abaixo a Symantec partilha dicas de como evitar o ataque:

https://www.symantec.com/connect/blogs/petya-ransomware-outbreak-here-s-what-you-need-know

Fique atento e mantenha seu ambiente atualizado. Além disso conscientize seus usuários sobre engenharia social e o perigo de se abrir anexos não conhecidos.

Abraços

Uilson

Sobre DNS Policies–Windows Server 2016–volume 04–Split-Brain DNS e Selective Recursion Control

29 de maio de 2017 Deixe um comentário

Saudações,

Peço desculpas pela demora na publicação do quarto volume desta série. Estive em dias de muito trabalho e alguns percalços pessoais. Mas de qualquer forma vamos ao conteúdo de hoje – Split-Brain DNS.

A quem está chegando agora, abaixo os links para os outros 3 posts da série:

Sobre DNS Policies – Windows Server 2016 – volume 01 – Teoria

Sobre DNS Policies – Windows Server 2016 – volume 02 – Balanceamento de Carga

Sobre DNS Policies – Windows Server 2016 – volume 03 – Gerenciamento de Tráfego de Rede baseado em Geo-Localização

De acordo com a teoria que coloquei no volume 1 desta série, com o recurso de Split-Brain DNS os registros são divididos em diferentes escopos de zona no mesmo servidor DNS. Os clientes DNS recebem uma resposta baseado onde de fato estes clientes estão – internos ou externos. Este recurso pode ser configurado em zonas integradas ao AD ou para DNS Standalone Servers.

Também iremos criar políticas de seletive recursion para mitigação e vulnerabilidades em ambientes como este.

Em tempo – Este laboratório foi criado em meu ambiente tendo como base o laboratório do artigo Split-Brain DNS Deployment Using Windows DNS Server Policies do pessoal do Networking Blog da Microsoft. Como não tinha montado nada semelhante, me espelhei no conteúdo deles para criar o meu. Para aqueles que notarem a semelhança do meu lab com o deles, fica aqui registrado que a idéia inicial é do link citado e deixo a eles o devido crédito.

Vamos então a parte prática!

Imaginemos que tenho um site que deverá ser acessado tanto por usuários internos quanto externos. Esse possui informações de produtos da minha empresa que a equipe compartilha com parceiros externos.

Meu DNS posui duas interfaces, uma interna e outra externa

Interna – IP 10.10.1.100

Externa – IP 200.185.0.55

Meu servidor de aplicação interno responde pelo IP 10.10.1.10 e meu servidor de aplicação externo responde pelo IP 66.56.40.10 (lembrando que estes são IP´s fictícios, os IP´s que usei no laboratório do meu ambiente são outros e aqui fica só para ilustração)

Objetivo – Usuários na minha rede interna, irão acessar o site produtos.uilson.net do back-end Server interno e usuários externos irão acessar o back-end server externo, conforme o desenho abaixo:

 

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Com o cenário definido, vamos ao procedimento que torna tudo isso real:

Vamos começar criando um zone scope para o acesso interno, ou seja, os acessos que virão pela interface 10.10.1.100:

Add-DnsServerZoneScope –ZoneName “uilson.net” –Name “InternalAccess”

Iremos criar o zone scope somente para o acesso interno, ficando o acesso externo direto no zone uilson.net no escopo padrão.

Agora vamos criar criar os registros para os acessos interno e externo, sendo que, para o acesso interno, iremos cria-lo já dentro do zone scope que acabamos de criar:

Registro de acesso externo – Add-DnsServerResourceRecord –ZoneName “uilson.net” –A –Name “produtos” –IPv4Address “66.56.40.10”

Registro de acesso interno – Add-DnsServerResourceRecord –ZoneName “uilson.net” –A –Name “produtos” –IPv4Address “10.10.1.10” –ZoneScope “InternalAccess”

Agora que temos o zone scope e os registros criados, vamos à política que irá diferenciar acessos internos e externos:

Add-DnsServerQueryResolutionPolicy –Name “SplitBrainPolicy” –Action Allow –ServerInterface “eq,10.10.1.100” –ZoneScope “InternalAccess,1” –ZoneName uilson.net

Feito!!!! Temos agora nosso ambiente direcionando as requisições internas ao site produtos.uilson.net para o back-end server interno e os acessos externos indo diretamente para o servidor externo, conforme definido no escopo inicial.

Poderiamos dizer que temos o trabalho finalizado, certo? Errado! Deixar o ambiente simplesmente como está pode, em alguns casos, criar uma vulnerabilidade que precisa ser mitigada.

Lembre-se que neste exemplo temos um DNS Server resolvendo nomes para recursos internos e externos. O que pode ocorrer aqui é que requisições internas e externas passem fazer queries por endereços de internet, podendo expor o ambiente a um Reflection Attack ou DNS Amplification Attack – um DDoS.

Neste caso, as resoluções recursivas para nomes externos precisa ser bloqueada e para isso criaremos outra política que vem a ajudar na mitigação desta vulneravbilidade:

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Desenho original do link: https://blogs.technet.microsoft.com/networking/2015/05/12/split-brain-dns-deployment-using-windows-dns-server-policies/

O link que postei sobre DDoS DNS Amplification Attack pede que a funcionalidade da recursiva seja desasbilitada no servidor DNS. Neste caso, vamos desabilitar este recurso que será usado somente para requisições internas.

Desabilitando a recursiva: Set-DnsServerRecursionScope –Name . –EnableRecursion $False

No comando acima, a recursiva está sendo desabilitada para o escope default (tudo que está em uilson.net).

Agora vamos habilitar a recursiva somente para um escopo de clientes internos:

Add-DnsServerRecursionScope –Name “RecursionInternalClients” –EnableRecursion $True

Agora vamos criar a política que irá permitir a recursiva somente para clientes internos;

Add-DnsServerQueryResolutionPolicy –Name “SplitBrainRecursionInternal”-Action ALLOW –ApplyOnRecursion –RecursionScope “RecursionInternalClients” –ServerInterfaceIP “EQ,10.10.1.100”

Agora temos nosso ambiente executando dentro de uma melhor prática para o recurso do Split-Brain DNS.

Espero mais uma vez que o conteúdo possa ser útil e não perca o volume 5 desta série. Iremos falar sobre Filtering com DNS Policies.

Abraços

Uilson

Usando PowerShell para corrigir vulnerabilidades via chave de registro

28 de março de 2017 Deixe um comentário

Saudações,

O post de hoje visa ajudar os administradores de rede e analistas de segurança no momento em que precisam planejar a mitigação e correção de alguns tipos de vulnerabilidades em estações de trabalho via chave de registro.

Normalmente, a empresa dispõe de uma ferramenta que faz o scan, encontra, classifica e exibe em relatório quais vulnerabilidades uma ou mais estações têm e como corrigir.

Agora, imaginem uma determinada vulnerabilidade a ser corrigida em diversas estações? Como fazer?

Uma forma é usar o comando PSEXEC do SysInternals para executar este trabalho. A partir de um arquivo de lote eu uma simples variável (%1), o problema pode ser resolvido. Entretanto, como nosso foco é disseminar todas as formas de otimização de tarefas com PowerShell, queria mostrar como o usei para resolver um problema num case real.

Recebemos a notificação de que uma determinada área da empresa precisava ter todas as estações com o parâmetro de SMB Signing habilitado. Este parâmetro criptografa todo fluxo de informações entre a estação e um file server, num processo semelhante ao do SMB Encryption, feito no Windows Server 2012 R2, entretanto, o processo aqui visa proteger estações com Windows 7 Professional.

Não existe uma console administrativa ou um processo via GUI para tal, portanto, como falei, ou você o faz via PSEXEC do SysInternals ou, no nosso caso, usando PowerShell.

O processo consiste na criação de uma chave de registry que vai habilitar o SMB Signing na estação:

Chave a ser criada – EnableSecuritySignature

Tipo – DWORD

Valor – 1

Endereço – HKLM\System\currentcontrolset\services\lanmanworkstation\parameters

Comando PowerShell a ser usado:

Invoke-Command -cn computername {New-ItemProperty -Path "HKLM:\System\CurrentControlSet\Services\LanManWorkstation\Parameters" -Name EnableSecuritySignature -Value "1" -PropertyType DWORD -Force | Out-Null}

No comando acima, criamos a chave de registry remotamente em uma estação. Estou considerando aqui que o administrador tem amplo acesso ao equipamento remoto. Entretanto você pode se deparar com um ambiente em que seu usuário não tenha acesso àquela estação (ou grupo de estações) e precise declarar seu usuário. Neste caso você pode entrar com o seguinte comando:

$Auth = Get-Credential dominio\usuario
Invoke-Command -cn computername -Cred $Auth {New-ItemProperty -Path "HKLM:\System\CurrentControlSet\Services\LanManWorkstation\Parameters" -Name EnableSecuritySignature -Value "1" -PropertyType DWORD -Force | Out-Null}

Ao executar este comando, você será solicitado a entrar com o usuário e senha com permissão de acesso na estação:

image

Ao entrar com as credenciais necessárias, o script faz criação da chave com o valor conforme citado acima.

Você pode conferir se a chave foi mesmo criada usando comando abaixo:

Invoke-Command -cn computername {Get-Item -Path "HKLM:\System\CurrentControlSet\Services\LanManWorkstation\Parameters"}

Abaixo o resultado:

image

Agora vamos considerar o fato de termos uma lista de estações a serem corrigidas. Como fazer? Você pode usar o PowerShell ISE e criar um script para isso, usando laços do comando For EACH:

ForEach ($WKS in (Get-Content C:\ComputerList.txt)){
    Invoke-Command -cn $WKS {New-ItemProperty -Path "HKLM:\System\CurrentControlSet\Services\LanManWorkstation\Parameters" -Name EnableSecuritySignature -Value "1" -PropertyType DWORD -Force | Out-Null}
    }

Antes de executar o script acima, você precisa preencher o TXT citado na primeira linha e preencher com os nomes das estações. O processo será realizado em cada uma delas.

Espero que o conteúdo seja útil e ajude no seu dia a dia.

Abraços

Uilson

Último aviso aos TMG Admins–31/12/2015 The Final Countdown

16 de dezembro de 2015 5 comentários

Saudações,

Para aqueles que acompanham este blog (foi criado em 2009), muito falamos sobre Forefront TMG e tudo que envolve uma infra de firewall, forward proxy, reverse proxy e secure web gateway. Além disso, entreguei muitas palestras, treinamentos e webcasts sobre TMG e ISA Server de 2010 até 2012…ano em que foi publicado de forma oficial o fim da suíte Forefront:

https://uilson76.wordpress.com/2012/09/12/agora-de-forma-oficial-o-fim-do-forefront-tmg/

Neste post vamos falar um pouco sobre como sobreviver ao fim do suporte ao serviço de Web Protection (URL Filtering, SSL/Network/Malware Inspection e Mail Protection) que após a data citada, continuarão funcionando, porém, não mais receberão atualizações, ou seja, torna-se inseguro manter este serviço.

Lembrando que, o suporte ao produto TMG como um todo vai até Abril de 2020. – detalhes no link acima.

Como tudo tem um ciclo, chegou a hora do produto ser descontinuado e, a meu ver, de forma radical, a Microsoft não mais oferece nenhuma solução de firewall, forward proxy e secure web gateway. Estes serviços você precisa adquirir através de outros players de mercado (Sophos, WebSense, Fortinet, Kemp, etc).

Desde 12/09/2012 – data do post no link acima – orientamos clientes, parceiros e colegas com posts, palestras e muita consultoria sobre como planejar novas soluções e no que tange a este blog (que foi criado exclusivamente para assuntos voltados ao TMG), resolvi aumentar o leque de assuntos com trabalhos, projetos e dicas minhas, não só sobre TMG, mas, também sobre tudo acerca de infra Microsoft (dentro do meu conhecimento).

A algum tempo que não cito nada de TMG, afinal de contas, nem trabalho mais com a ferramenta. Entretanto, vi diversos clientes perdidos acerca de como continuar provendo serviços de firewall, proxy e reverse proxy com outras ferramentas.

Nesse caso resolvi investir muito tempo em estudos e consultoria para clientes meus, clientes que atendi na Microsoft e em diversos webcasts e palestras que entreguei, auxiliando no planejamento e escolha da melhor ferramenta para substituir o TMG.

Desde meados de 2014 publiquei uma série de posts focados em Web Application Proxy – solução de proxy reverso da Microsoft que vem como uma feature da Role Remote Access a partir do Windows Server 2012 R2, com muitas melhorias no Windows Server 2016 (agora no Technical Preview 4) e também sobre Azure AD Application Proxy – proxy reverso para publicações em núvem, disponível nos pacotes basic e premium do Azure Active Directory.

Essa coleção de posts que publiquei aqui, no Technet Wiki e FastVue podem ser encontrados nessa vasta documentação que coloquei no Docs.com da Microsoft:

https://docs.com/uilson-souza—#collection

No link acima você terá acesso a todos os meus posts sobre Web Application Proxy, configurações, dicas, patches necessários e também muitos estudos de caso e posts do pessoal da Microsoft.

Para clientes com poucos recursos e sem tempo para migrar, ou testar uma solução nova, o MVP Richard Hicks deu uma dica muito interessante. Desde o ISA Server, era possível adicionar filtros WEB de terceiros para fazer o serviço de secure web gateway.

Serviços como URL Filtering, Mail Protection, SSL/Network/Malware Inspection eram feitos por soluções de terceiros que pegavam o tráfego de um ISA/TMG e executavam o trabalho. Esta ainda é uma opção para quem possui infra TMG para pós 31/12 deste ano. Soluções como MCAfee e WebSense cobrem essa necessidade – apesar de serem caras e com complexidade de implementação maior que o normal.

Veja neste post do Richard Hicks como proceder, usando a solução ZScaler Cloud Based Security – http://tmgblog.richardhicks.com/2013/09/16/extending-the-life-of-forefront-tmg-2010-with-zscaler-cloud-based-security/

Além disso, meu amigo Scott Glew da FastVue escreveu um post muito bom sobre a necessidade de planejar e migrar a infra TMG – http://fastvue.co/tmgreporter/blog/finding-a-forefront-tmg-replacement-is-more-urgent-than-you-thought?utm_content=buffer9d9ad&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

Para termos uma perspectiva do ponto de vista das ferramentas disponíveis no mercado, escrevi diversos posts sobre o planejamento da nova infra estrutura com 4 opções distintas – Web Application Proxy, Kemp, Fortinet e Sophos.

Neste endereço você acessa uma collection minha no docs.com contendo os links para todos estes posts – https://doc.co/LQqHoG 

Com o conteúdo acima, o Blog Microsoft Space se despede de 2015, esperando o mesmo possa ser útil e ajudar aos colegas na missão de substituir sua infra TMG. Também quero desejar a todos um excelente natal com um 2016 repleto de sucesso e realizações!

Abraços

Uilson

Tips and Tricks–certificados digitais wildcard ou SAN no IIS Windows Server 2003, Windows Server 2008 e Windows Server 2012 R2

24 de novembro de 2015 Deixe um comentário

Saudações,

Depois de alguns meses carregados de palestras que entreguei e a série de posts sobre migração do TMG para plataformas distintas, comecei um trabalho de migração de aplicações WEB. A principio o processo pedia somente migração do IIS 6.0 para IIS 7.5 e 8.5.

Em alguns casos foi preciso manter a aplicação em ambiente legado (2003) por questões de compatibilidade e falta de tempo da equipe de DEV para migração.

Além disso, para as aplicações em ambiente legado e também as que foram migradas, era necessário uso de certificado digital wildcard. Como eram aplicações que não seriam acessadas externamente, pudemos usar o template Web Server da própria entidade certificadora interna (AD CS).

Nesse ponto encontramos alguns pontos que devem ser observados em aplicações WEB legadas em IIS 6.0. O padrão da empresa era manter diversos sites no IIS, cada um com sua aplicação e para cada uma delas seria necessário certificado. Pensei em gerar um wildcard mas, um certificado SAN contendo todos os comon names dos hosts já havia sido criado.

Em tese no IIS 6.0, você não pode ter diversos sites apontando para um único certicado, nem tampouco usar a porta 443 para mais de um certificado no mesmo IP. Tinha dua opções:

A) Adiconar IP´s associando a cada uma das aplicações

B) Usar uma linha de comando do ADSUTIL para fazer a criação de secure binds que possibilitarão o uso do mesmo certificado para as diversas aplicações associadas a um único IP

Bom, devido as condições e a urgência, optamos pela opção B. Para tal, você precisa executar o seguinte comando do ADSUTIL (lembrando que o ADSUTIL fica na pasta inetpub\adminscripts):

cscript.exe adsutil.vbs set /w3svc/<site identifier> /SecureBindings “:443<host header>”

No comando acima:

<site identifier> – identificação do site no IIS

<host header> – endereço ao qual o site irá responder – ex: app.uilson.net ou www.uilson.net

Antes de colocar o exemplo prático do comando para IIS 6.0, veja como verificar o ID do site nos IIS´s 6.0 e também no 8.5 do 2012 R2:

IIS 6.0 – Windows Server 2003

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IIS 7.5 e 8.5 – Windows Server 2008 R2 e Windows Server 2012 R2:

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Agora que você já sabe, ou se lembrou como identificar o ID# do site, vamos ao comando de forma prática. Apenas relembrando que o procedimento abaixo se aplica ao IIS 6.0:

cscript.exe adsutil.vbs set /w3svc/856101042/SecureBindings ":443:www.uilson.net"
cscript.exe adsutil.vbs set /w3svc/620385459/SecureBindings ":443:aplication.uilson.net"
cscript.exe adsutil.vbs set /w3svc/1953820003/SecureBindings ":443:webapp.uilson.net"

Importante frisar que:

. Os sites devem estar parados para que os comandos sejam executados

. Se houver qualquer alteração nas configurações de SSL do site, o comando acima deverá ser aplicado novamente

Dessa forma o problema foi resolvido e temos mais um tempo até a equipe de dev migrar a aplicação.

Para quem usa IIS no Windows Server 2008 e 2012, as coisas são um pouco menos trabalhosas. Uma vez que um site usa o certificado SAN (com mais deu common name criado ou wildcard), assim que vc assinala o certificado em um site, você receberá uma mensagem ao assinalar o mesmo certificado para o próximo, dizendo que o certicado já está sendo usado e que, todos os demais sites, se forem habilitados a porta 443, irão usar o mesmo que foi assinalado para os anteriores. Dessa forma ficou mais rápido e simples de resolver.

O redirect para https poderá ser feito por sua infra de proxy reverso, entretanto você também poderá faze-lo pelo próprio IIS de forma simples:

IIS 6.0 – Windows Server 2003 – Propriedades do site / custom errors / edit no erro 403.1 e inserir a URL https conforme abaixo:

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IIS 7.5 e 8.5 – Windows Server 2008 e Windows Server 2012 R2 –

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Estas foram alguns tips and tricks que estou compartilhando com vcs acerca de configuração de certificados digitais no IIS. Recomendo que, por questões de segurança, procure migrar suas aplicações legadas para o IIS 8.5, pois além de toda uma linha de features que você tem a disposição na versão atual, você ainda pode trabalhar com certificados de encriptação maior SHA2 em 256 bits.

Além disso, o IIS 8.5 tem suporte a SNI (Server Name indication), uma extensão TLS a qual possibilita saber o host e o domínio da página onde a requisição está sendo feita. Está disponível a partir do IIS 8.0 do Windows Server 2012 e é suportado em browser a partir do IE 7. Para saber mais detalhes, clique no link abaixo:

https://www.networking4all.com/en/ssl+certificates/faq/server+name+indication/

Outro benefício é o CCS (Centralized Certificate Store), onde você pode armazenar seu certificado em um arquivo PFX dentro de um file server ou onde você quiser, para que seja compartilhado por 1 ou mais web servers com IIS 8.5 do Windows Server 2012 R2.

Para saber detalhes e como implementar, leia o artigo que escrevi sobre esta funcionalidade no link abaixo:

https://uilson76.wordpress.com/2014/03/24/configurando-o-centralized-certificate-store-no-iis-8-5-do-windows-server-2012-r2/

Espero que as dicas e os links possam ajudar. Qualquer outra dúvida sobre certificados digitais no IIS que não foram cobertas neste post, podem deixar seus coments ou me contatar pela minha página no facebook.

Abraços

Uilson

Planejando a migração de sua infraestrutura TMG com Sophos

2 de novembro de 2015 Deixe um comentário

Saudações,

Hoje chegamos ao último post da série sobre o planejamento da migração de sua infraestrutura TMG.

Se ainda não leu, clique nos links abaixo e reveja o que foi anteriormente publicado:

1. Mais uma opção ao Forefront TMG – Kemp LoadMaster

2. Planejando a migração de sua infraestrutura TMG com Web Application Proxy

3. Planejando a migração de sua infraestrutura TMG com Fortinet

O Sophos entrou forte no mercado como uma opção ao TMG em virtude de cobrir todos os serviços e ainda oferecer muitos outros benefícios.

Em recentes feedbacks de colegas que testaram 2 ou três soluções, o Sophos foi o que mais se adeqou as necessidades cobertas pelo TMG.

O primeiro ponto em que o Sophos chama atenção é o de oferecer todas a features do produto em todos as versões de appliance, ou seja, desde o mais simples, até nos mais completos devices você usufrui de todos os serviços oferecidos. Em um único device, você tem tudo que o Next Generation Firewall dispôe.

Veja no quadro abaixo, os serviços que o Sophos cobre em relação ao Forefront TMG:

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Métodos de deployment

A solução Sophos UTM não se limita a um único método de implementação. Você tem a escolha de seguir aquele que vai de encontro a sua necessidade e disponibilidade de investimentos:

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Hardware – Os appliances Sophos UTM estão disponíveis para todos os tipos de infraestrutura. O design da solução se baseia nos parâmetros Small Desktop, Medium – 1U e Large 2U. No link abaixo você pode consultar todos os modelos e baixar a documentação de todos:

https://www.sophos.com/en-us/products/unified-threat-management/tech-specs.aspx#start

Virtual – As soluções de UTM da Sophos funcionam também em ambiente virtualizado. Você pode usar sua infra Hyper-V, VMWare e até mesmo Citrix.

Software – Se você tem uma boa infra de servidores disponível, mas, não tem condições de adquirir um appliance, você pode baixar a solução em software. Você terá todos os benefícios sem precisar gastar nada a mais do que a compra da licença do produto.

Para avaliar as versões para ambiente virtualizado e software clique no link abaixo:

https://secure2.sophos.com/en-us/products/unified-threat-management/free-utm-trial.aspx#start

Cloud-Based Appliances – Este ponto divide opiniões as quais coletei nos últimos dias antes de escrever este post. Todos que conversei me deram excelentes feedbacks do produto, porém, disseram terem ficado decepcionados com um único ponto…o UTM Sophos não possui suporte nativo para VPN Site-to-Site com Microsoft Azure. Além do que, o produto não dá suporte ao protocolo IKEV2, tal qual o TMG. Entretanto, os usuários do serviço de Cloud da Amazon (AWS) contam com suporte nativo no produto.

Ao consultar alguns fóruns e o site da Sophos, falei com um dos program managers que me garantiu o suporte ao Azure na próxima versão do produto. Então, vamos aguardar.

Console Administrativa

A UTM Sophos conta com uma console administrativa que lembra muito a parte de firewall rules do Forefront TMG. Dessa forma, a tendência é de um aprendizado mais rápido e uma transição menos complicada:

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Proteção contra ataques

Conforme listado na primeira figura deste post, o UTM Sophos vem com serviços de IPS, Malware e Network Inspection. Além disso, um serviço interessante no qual você pode bloquear o tráfego inbound e outbound de IP´s de um determinado País:

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Neste caso é importante levar em consideração que uma vez bloqueado o tráfego para as ranges de IP de um determinado País, você não poderá acessar nenhum conteúdo (seja permitido ou não). Portanto, antes de usar este recurso, analise bem os prós e contras.

Maior granularidade nas permissões de acesso

O serviço de content filter do UTM Sophos pode ser administrado com maior facilidade e maior granularidade. Por exemplo, é possível bloquear postagens do Facebook e liberar acesso ao chat, caso seja do interesse da organização, ou determinado setor da sua empresa.

Outro benefício que pode reduzir seu custo com armazenamento é o fato de você poder liberar um canal do Youtube para vídeos institucionais e proibir o acesso ao restante do conteúdo, ou seja, só vai ter acesso naquilo que realmente interessa pra você.

Quem administra o Forefront TMG sabe que um site ou categoria é bloqueado ou liberado por inteiro. Essa funcionalidade vem confirmar o que falei acima sobre o fato da UTM Sophos cobrir todos os serviços do TMG com benefícios exclusivos.

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Como é possivel ver na imagem acima, o serviço de Content Filter é bem simples de entender e usar.

Mais funcionalidades no uso de VPN

Para que usa o Forefront TMG, sabe que o produto oferece a possibilidade de criar um acesso VPN Site-to-Site usando IPSec, além da viabilidade de conectar usuários remotos com dois protocolos legados – PPTP  IPSEC.

A UTM Sophos traz uma quantidade maior de opções. Além de oferecer os métodos citados no parágrafo anterior, traz um Layer-2 VPN que possibilita a comunicação de seus clientes com serviços como DHCP, algo inviável para que usa Forefront TMG.

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Proxy Reverso

Um dos serviços mais usados por administradores do Forefront TMG é o Proxy Reverso, que possibilita o acesso externo a aplicações internas de modo seguro.

O IP da URL externa é apontado para o servidor do TMG e o mesmo, a partir de regras de publishing, aponta a requisição para o webserver onde a aplicação está.

No TMG também é possível o uso de certificados digitais para tráfego SSL e também trabalha com SSL OffLoading, aumentando a segurança no acesso.

A UTM Sophos oferece este serviço com adicionais muito interessantes. Além do que foi exposto em matéria de proxy reverso, o produto oferece scan da requisição evitando entrada de virus através da mesma, inspeção de SQL Injection e Cross-Site Scripting Attacks. Dessa forma você gasta menos tempo no planejamento do seu reverse proxy, principalmente em hardening de servidor e banco de dados.

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No link abaixo você poderá entender o passo a passo da publicação de um web server no Sophos:

http://fastvue.co/sophos/blog/how-to-publish-websites-with-sophos-utm-web-server-protection/

DHCP no UTM Sophos!

Este é um dos pontos que provam ser o UTM Sophos uma solução completa, não só em matéria de firewall, proxy, reverse proxy e secure web gateway. Além de tudo que listamos neste artigo, você também pode usar o Sophos como seu servidor DHCP.

É importante citar, principalmente para administradores do Windows Server, que as terminologias no Sophos são diferentes das usadas pelo DHCP Server Microsoft:

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Abaixo a console Sophos com as opções de configuração DHCP:

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Para localidades em que você não tenha um servidor DHCP (localidades remotas pequenas), também pode usar o UTM Sophos como um DHCP Relay, redirecionando as requisições para seu DHCP Server.

Para conhecer este serviço em detalhes, leia o post no link abaixo:

http://fastvue.co/sophos/blog/unlocking-sophos-utm-dhcp-capabilities/?utm_content=buffer7155f&utm_medium=social&utm_source=twitter.com&utm_campaign=buffer

Relatórios – pelo próprio UTM Sophos ou via FastVue

Um ponto falho no Forefront TMG era a emissão de relatórios. Tanto que, diversas empresas lucraram (e muito) com essa deficiência. Seja em oferecer um produto externo com um add-on para as bases do TMG, ou simplesmente em oferecer outros produtos opcionais ao TMG pelo simples fato de este não emitir relatórios de qualidade.

A UTM Sophos oferece uma variedade de relatórios que trazem todas as informações que sua gestão precisa para ter a visão de como está o acesso internet em sua empresa.

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Se você precisa de uma qualidade de relatórios ainda maior, a FastVue Inc, oferece uma gama de produtos que podem ajuda-lo de forma eficaz.

A empresa oferceu durante muito tempo o TMG Reporter que supriu muito das necessidades em relatórios para Forefront TMG. O produto ainda pode ser adquirido para quem usa TMG.

Também oferecem uma ferramenta de relatórios bem completa para quem usa WebSpy, Barracuda e Content Keeper.

Por último, porém, não menos importante, você também pode usar o Sophos Reporter e o Sophos Reporter for Web Appliance. Para ter maiores detalhes, clique na figura abaixo:

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Encerramos aqui nossa série de artigos que visam ajudar os TMG Admins na melhor ferramenta para seu ambiente.

Espero que todos os posts possam ter ajudado na sua decisão.

Qualquer dúvida, favor deixar seu comentários que entro em contato.

Abraços

Uilson

Planejando a migração de sua infraestrutura TMG com Fortinet

30 de setembro de 2015 1 comentário

Saudações,

Em continuidade a série de posts que comecei em 09 de setembro, vamos falar hoje sobre o planejamento da migração de uma infraestrutura Forefront TMG para as soluções da Fortinet.

Relembrando que o primeiro post desta série começou com os serviços do TMG que poderiam ser transferidos para o Web Application Proxy no Windows Server 2012 R2 e Azure AD Application Proxy.

Apenas como correção ao que disse no post anterior, não há mais o que detalhar acerca do produto da Kemp Software – o LoadMaster e o WAF – já fiz um post a respeito do mesmo no dia 20 de maio deste ano, que você poderá ler clicando aqui.

Assim como no último post, vou mostrar todos os serviços do Forefront TMG cobertos pelo Fortinet com mais algumas informações interessantes.

Para você que pensa em usar o FortiNet como solução de firewall, proxy e reverse proxy em sua organização, veja abaixo os serviços do TMG cobertos por ele:

fortinetXtmg

Dos itens listados na figura acima, o Fortinet (a meu ver) vem com duas deficiências em relação ao Forefront TMG:

1. SSL Offload (Software/Hardware) – O produto em si não executa esse passo. Se faz necessário um hardware ou software a parte, o que aumenta o custo da sua implementação.

Para entender bem os conceitos de SSL Offload clique no link abaixo onde Deb Shinder explica o passo a passo desta e outras definições como SSL Accelerator e SSL Termination:

http://www.windowsecurity.com/articles-tutorials/web_server_security/SSL-Acceleration-Offloading-Security-Implications.html

2. Authentication Delegation – O produto trabalha apenas com HTTP Basic, ou seja, para publicação de aplicações entre outros tipos de delegação de autenticação, não existe suporte.

Entretanto, o produto da Fortinet traz outras características como Data Leak Prevention, IP Reputation e Detecção de anomalias em aplicações (camada 7), que o TMG não possui, sendo um fator a se considerar (e muito) na escolha do sucessor para sua infraestrutura atual.

Veja no desenho abaixo uma infraestrutura montada com Fortinet e seus produtos:

 

Fortinet_planning_topology_06_5_1

Na imagem acima você vê uma infraestrutura de proxy reverso montada com um firewall de borda, usando o produto FortiGate, conectando ao produto FortiWeb que faz o reverse proxy, ou seja, você precisa de duas caixas para esta finalidade. Essa infra pode ser melhorada com alta disponibilidade das caixas para uma melhor performance na segurança do ambiente e também no acesso externo a aplicações e ambiente on-premisses.

Esta imagem foi coletada a partir da documentação do produto no link abaixo:

http://docs-legacy.fortinet.com/fweb/admin_hlp/4-4-6/index.html#page/FortiWeb%2520Help/topology_for_transparent_modes.html#ww1034625

Como opinião pessoal, vejo que apesar de ser uma excelente solução e totalmente eficaz, os produtos Fortinet trazem uma complexidade maior na implementação aumentando o custo da mesma…não só no deployment, como na administração, entre outros.

Entretanto, não descarto o uso do produto, pois, as condições citadas aqui podem variar de acordo com o tipo de relacionamento e finalidade da organização junto a uma revenda Fortinet e aí, eles com maiores detalhes do produto e expondo as condições comerciais do mesmo, podem fazer desta uma solução totalmente viável.

Para aqueles que já trabalham e conhecem o produto mais a fundo, fiquem a vontade para acrescentar ou corrigir minhas definições acerca do mesmo. Toda discussão saudável é bem vinda neste espaço. Se porventura algum item aqui não condiz com a realidade, os especialistas tem total espaço para expor suas colocações.

Espero que o tema tratado possa ser útil para sua tomada de decisão.

Abraços

Uilson

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